Estratégia de e-commerce para comércio e indústria: 5 dicas para driblar a crise vendendo online

por | 6 Maio 2020 | E-commerce, Indústria. | 0 Comentários

Este é um momento importante para se falar em estratégia de e-commerce para comércio e indústria. Com o mercado lento, em muitos casos totalmente parado, as empresas que vendem online têm um grande diferencial ao vender pela internet.

Para se ter uma ideia, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), no mês de abril de 2020, as vendas online cresceram mais de 100% no Brasil. Isso é resultado direto da quarentena imposta para combater a pandemia do coronavírus (Covid-19), intensificada neste período.

Agora, o que fazer para montar uma estratégia de e-commerce, tanto no comércio quanto na indústria? É o que buscamos responder neste artigo. Acompanhe!

5 dicas de estratégia de e-commerce para comércio e indústria para enfrentar a crise 

Veja, a seguir, um passo a passo básico para montar sua estrutura de e-commerce, esteja sua empresa no ramo do comércio ou da indústria — seja seu público-alvo empresas ou consumidor final; para os primeiros tem que ser uma ferramenta B2B; para consumidor final uma ferramenta B2C.

1. Pense (ou repense) a multicanalidade do seu negócio 

Ter um modelo comercial multicanal é mais urgente do que nunca. As organizações que levam seus produtos e serviços para os clientes apenas por meio de um canal, têm o risco de passar um grande aperto neste momento de crise.

É fundamental estruturar os processos para incluir o e-commerce como uma tática de vendas. Isso requer ajustes na forma como as atividades são conduzidas, mas também a inserção de tecnologias inovadoras. E a boa notícia é que isso vem se tornando mais fácil com as soluções web, com a nuvem.

→ Leia também: Como abrir um e-commerce: Entenda todos os tópicos da nova lei que regulamenta vendas online.

2. Contrate uma plataforma de e-commerce

Qualquer empresa pode desenvolver sua própria plataforma de e-commerce (a engrenagem técnica por trás de uma loja virtual), mas a pergunta é: há tempo hábil para longos períodos de desenvolvimento e implementação?

A resposta mais óbvia é que o melhor caminho a seguir é a contratação de uma plataforma já pronta. Obviamente, é importante firmar contrato com um provedor desse tipo de ferramenta que já esteja estabelecido no mercado.

É importante analisar questões como segurança da informação, usabilidade para o cliente e também para a equipe interna e, principalmente, integração com o sistema de gestão empresarial (ERP) — tema que vamos desenvolver melhor no tópico que segue.

3. Integre a plataforma de e-commerce com o ERP

Sua operação de e-commerce não pode ficar desvinculada dos controles gerenciais internos. Isso significa que você precisa escolher uma plataforma de e-commerce que se integre ao ERP.

Dessa forma, o fluxo de informações se torna bidirecional, ou seja, há consonância entre os dois sistemas. Em outras palavras, os dados precisam são inseridos no sistema apenas uma vez. Do contrário, haverá um descompasso entre a operação de vendas online e a gestão interna do negócio, sendo o exemplo mais flagrante a falta de consonância entre os estoques e o que é disponibilizado ao cliente para compra. 

4. Prepare a equipe para o e-commerce

Com uma boa plataforma de e-commerce integrada ao ERP da empresa, sua equipe precisa estar preparada para as vendas online. E não se trata apenas da área comercial, pois praticamente todos os departamentos são envolvidos em alguma parte do processo.

O pessoal de faturamento, logística, controladoria, marketing, entre outros, deve estar em sintonia com as mudanças na operação. Assim, garante-se que o cliente que fizer um pedido vai receber exatamente o que pediu, vai ter a cobrança realizada corretamente, receber suporte pós-venda, entre outras medidas importantes para a experiência do consumidor.

Da mesma forma, os processos gerenciais serão conduzidos de maneira automatizada e inteligente. Com mais dados disponíveis sobre os clientes e as vendas, é possível tomar decisões ainda mais inteligentes e em tempo hábil.

5. Invista no marketing digital

Com esse novo canal em operação, será preciso promovê-lo. E, como o e-commerce se dá no ambiente virtual, é muito importante ter uma estratégia de comunicação e marketing digital.

Essa estratégia precisa levar confiança aos clientes e, muitas vezes, educá-los para que aproveitem melhor o ambiente digital para fazer suas compras. Isso vai requer um esforço específico. Se sua equipe não tiver essa expertise, um bom conselho é buscar uma consultoria/agência especializada. 

→ Leia também: 7 passos para criar um e-commerce de sucesso.

Como você viu, é sim possível montar uma estratégia de e-commerce para comércioo e indústria e driblar a crise que estamos passando. Para tal, além de uma profunda mudança na mentalidade da equipe, é preciso investir em tecnologia e reestruturar processos e práticas.O que você achou da reflexão que trouxemos sobre estratégia de e-commerce para comércio e indústria? Aprofunde-se mais neste tema: baixe agora o e-book ERP Integrado à Plataforma de E-commerce!

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